Entrevista ao Blog Geração SuperNova

GERAÇÃO SUPERNOVA: Quais as referências que formaram seu gosto musical e como se desenvolveu o seu interesse em cantar profissionalmente?

THAIS BONIZZI: O meu interesse em cantar profissionalmente surgiu naturalmente. Com 17 anos decidi que queria me apresentar em bares e com a ajuda do Fabio Cadore produzi um show, ele fez os arranjos e a partir deste não parei mais. Sobre as referências, elas estão calcadas na MPB. Desde os clássicos Chico Buarque, Elis Regina, Mílton, Vinícius, Tom Jobim, à nova geração de MPB paulista com Vinicius Calderoni, Tó Brandileone, Fabio Cadore, Luíz Murá, Dani Black e etc. Devo muito ao Fabio Cadore que além de ser um grande amigo e me dirigir musicalmente, me apresentou intérpretes e compositores maravilhosos que me influenciaram como Rosa Passos, Chico Pinheiro, Giana Viscardi e outros tantos.

GERAÇÃO SUPERNOVA: Qual a sua turma musical? Com quais músicos você convive e quais os artistas da sua geração você acompanha a carreira com mais interesse?

THAIS BONIZZI: Convivo com a nova geração de MPB em São Paulo, me espelho, aprendo muito e acompanho as carreiras de Tatiana Parra, Dani Gurgel, Tó Brandileone, Léo Biachini, Pedro Viáfora, Pedro Altério, Dani Black, Vinicius Calderoni, Fabio Cadore, Bruna Caram, Léo Versolato, Luiz Murá. Esses são apenas alguns nomes da nova maravilhosa cena musical de São Paulo.

GERAÇÃO SUPERNOVA: Como foi participar do documentário sobre a rainha do rádio Marlene e o que você aprendeu sobre a Era de Ouro do Rádio, suas cantoras e seus repertórios?

THAIS BONIZZI: Aprendi basicamente tudo ao participar do projeto. Por se tratar de uma época antiga, década de 40/50, eu não tinha ouvido muito a respeito. Após o convite me interessei bastante pelo assunto e fui atrás de histórias e informações daquela época. Tive a oportunidade de cantar ao lado de grandes rainhas do rádio, não só Marlene, mas Carmélia Alves, rainha do baião, Ademilde Fonseca, rainha do chorinho brasileiro, Bob Nélson, o pioneiro do caubói nacional, Ellen de Lima, Carminha Mascarenhas, enfim, muita gente que não teria a oportunidade de conhecer se não fosse pelo projeto. Além de poder cantar e homenagear Emilinha Borba, pude fazer parte das conversas e também ouvir muitas histórias da época que eles viajavam o mundo cantando. Foi uma oportunidade única e agradeço a idealizadora do projeto Neilla Uema.

GERAÇÃO SUPERNOVA: Por que você decidiu participar do Ídolos? Quais as perspectivas que você tem quanto à contribuição do programa para a sua carreira?

THAIS BONIZZI: Eu ouvi meus amigos e família e resolvi me inscrever no programa. Hoje, agradeço muito a insistência deles, pois está sendo uma grande experiência para mim. Acredito que a participação pode sim contribuir para minha carreira, pois é uma forma de expandir o público. A televisão é um meio muito forte e a Record é um canal aberto transmitido ao Brasil inteiro. Através do programa tenho a oportunidade de “cantar” em lares e cidades que nunca imaginei cantar. E ter o conselho de profissionais que estão no mercado musical é muito importante.

GERAÇÃO SUPERNOVA: Gostaríamos de agradecer pela entrevista e desejar todo o sucesso. Sempre terminamos a entrevista com um último recado do (a) artista para os leitores (as) do Blog Geração Supernova, fique à vontade.

THAIS BONIZZI: Muito obrigada pela oportunidade de contar um pouco mais do meu trabalho! Este blog é um grande presente pra quem quer estar sempre por dentro das novidades da boa música!


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